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resenhas
Pilares do Passatempo
Quer passar uma temporada em uma caverna com um ermitão? Presenciar um autêntica batalha entre cavaleiros ingleses durante a idade média? Desbravar territórios desconhecidos? Entrar em mansões, quitinetes e cortiços? Ser admitido na casa, na vida e nos pensamentos de todos os tipos de pessoas? É isto o que a literatura de entretenimento oferece. Diversão, inspiração e instrução... sem dor. Acredito no valor da literatura de entretenimento como uma formadora de público, como um ponto de partida, como o primeiro degrau. Ao longo dos anos tive contato com diversos livros deste tipo que, apesar do tempo, continuam atuais. Nas próximas semanas, vou resenhar alguns destes romances.
Foi a primeira vez que, durante o trabalho, atendendo clientes, percebi estar pensando em personagens de um romance como se fossem meus conhecidos. “Pilares...” cumpriu com louvores a missão que Follett determina para seus livros: “O principal desafio para um escritor é criar um mundo imaginário e então arrastar o leitor para lá.” Apesar da tradução daquela edição ser pobre, passei aquela semana como se estivesse envolvido pessoalmente na construção da catedral de Kingsbridge, no interior da Inglaterra, em 1123. Lembro de estar parado com o carro em um sinaleiro, pensando no que estaria acontecendo naquele momento com Jackson, Philip e aquele safado do William... até que fui trazido de volta pelas impacientes buzinas dos carros.
Follett é casado, fã incondicional de Shakespeare e seus cabelos grisalhos são mantidos sabe-se lá por qual milagre em um topete estilo anos 70. É presidente de um instituto que estuda a dislexia e, para relaxar, toca baixo em uma banda de blues chamada Damn Right I Got the Blues.
Depois do estrondoso sucesso de seis romances de espionagem, Follett surpreendeu seus fãs e seu agente, Albert Zuckerman, com “Os Pilares da Terra”. Da primeira frase do primeiro volume (“Os garotos chegaram cedo para o enforcamento.”) até a última do segundo volume, Follett, experiente, mantém o leitor com várias perguntas na cabeça.
Como as catedrais medievais, Follett deixa claro que uma família, uma religião, uma idéia ou uma nação, precisam de apoio, de sustentação. E lendo sua obra percebe-se que, na base de tudo, na base dos pilares, sempre existirão pessoas. Onde Encontrar: por.Fábio Marchioro em 03.jul.2003 |
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Já faz algum tempo que li um livro intitulado como "Como escrevrer um romance de sucesso, e nesse livro mostra algumas técnicas que Ken Follett usou no "O Homem de São Petesburgo" e vi que é isso o que realmente vale num livro: criar expectativas no leitor, dúvidas, viver os anseios dos personagens e tenho certeza de que Follett usou novamente essas e outras técnicas em "Os Pilares da Terra". parabéns Follett. Comentado por: Clóvis F. em 04.jul.2003
Pilares da Terra é o melhor livro que já li na minha vida. Comentado por: paulo em 19.jan.2004
Assim como os livros de Follet, este artigo nos leva a ser fãs do escritor mesmo que ainda não o tenhamos lido. Comentado por: Eliumar em 19.fev.2004
Gostaria de Saber quanto custa todos os livros lançados. Comentado por: Luiz Carlos em 23.jun.2004
Já li vários livros do ken Follet, como Buraco da Agulha, Triângulo, Na toca dos Leões, etc, mas os Pilares da Terra é um livro especial, daqueles que dá saldades, amizade e admiração por alguns personagens e até ódio por outros no caso o famigerado Willian e o canalha do Bisbo Wahen Comentado por: Elias em 07.jan.2005
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